domingo, 17 de maio de 2015

ERA TUDO JAJÃO?


Se você já foi "rejeitado", "abandonado" pela pessoa amada (ou pelo menos acha que ama!), provavelmente sentiu que tudo não passara de uma mentira.
Ora bem... A verdade é que haja amor numa relação ou apenas a sensação de posse, uma rejeição nunca calha bem.
Não sei qual a ordem dos pensamentos (creio que não existe uma única), mas sei que são vários:

"Onde é que eu falhei?"
"O quê que eu não tenho?" ou "O quê que me falta?"
"Como é possível me deixarem?" (Neste caso a pessoa pressupõe que há pessoas que podem ser deixadas, mas a própria jamais!!)
"Quando ele(a) me quiser novamente, já não vou estar cá!"
"Ele(a) vai sentir na pele o que me fez passar!" ou "Ainda há-de chorar por mim!"
"Enganou-me este tempo todo!"
"Tudo o que vivemos foi mentira!" ("Era só jajão...")
"Esta pessoa não tem caráter!" (Caso contrário não a deixaria! Se fosse outra pessoa tudo bem!)

... entre outras frases, algumas um pouco mais rascas, fruto da ignorância ou imaturidade da pessoa que está a sofrer perante esta situação... E não vou aqui mencionar possíveis atitudes das pessoas rejeitadas, porque são infinitas (só tem de dar asas à sua imaginação).

Os sentimentos e comportamentos de negação, até que haja aceitação, dificilmente se esgotam!

"NÃO, NÃO SOU O ÚNICO..."

Já dizia a música "Não sou o único a olhar o céu...". E quem diz o céu, diz também a viver um inferno. Todos nós temos momentos desafiantes nas nossas vidas.
Na realidade, muitas vezes iniciamos os relacionamentos com boas intenções, com o desejo de que a relação seja bem sucedida e, de preferência, "até que a morte nos separe". Contudo, todas estas ilusões/expectativas, são criadas com base naquela primeira imagem da princesa e do príncipe encantados.

No início, tudo é lindo e mágico... O casal concorda com tudo, faz tudo em conjunto, abdica de coração dos seus prazeres para fazer a sua cara metade feliz. Mas a magia é tramada e num "abracadabra" o cenário inverte. O príncipe afinal é sapo e a princesa é um ogro.

Acredito que todos aqueles que mudam pelos outros, mais cedo ou mais tarde, voltam a ser quem realmente são, caso contrário não estão a ser genuínos.

Na verdade todos nós somos princesas ogros ou príncipes sapos; nunca deixamos de ser ambos! E o pior cego é aquele que não vê...
Ainda assim, se você iniciou uma relação e está a conhecer a pessoa (aliás, nunca conhecemos na totalidade), é normal que se depare com comportamentos que não goste tanto (alguns deles chegam mesmo a ser detestáveis para si) e pode sempre mudar o rumo da sua vida. 
O mesmo pode acontecer com o(a) seu(sua) companheiro(a). A pessoa tem todo o direito de não gostar mais da sua pessoa (por incompatibilidades ou outra razão qualquer) e não querer mais partilhar a sua vida consigo. 
(E admita que, quando foi você a terminar, também foi difícil para si e ainda assim decidiu se afastar!)

Não quero com isto dizer que temos o direito agora de provar aqui e ali, mastigar e deitar fora como se de uma pastilha elástica se tratasse. 
É muito importante ser, em primeiro lugar, verdadeiro consigo próprio, e de seguida, ser verdadeiro com a pessoa com quem está a partilhar a sua vida. Respeito, confiança e comunicação são pilares fundamentais para manter uma relação e para o fim da mesma também.

"ENTÃO BORA LÁ TERMINAR TODOS OS NAMOROS COM RESPEITO!" (ironia, convém realçar!)

Agora não é para sair por aí a terminar relacionamentos só porque a "cara metade" deixou a toalha do banho no chão e você se sentiu desrespeitado!
Antes de terminar qualquer relação, vamos tomar consciência de uma coisa: não existe a perfeição encarnada!
Vamos aprender a nos relacionarmos (e isso implica conhecer a pessoa com os seus defeitos e virtudes) e aceitar as diferenças. 
Acredito que é na diferença que um casal evolui. Ninguém nos disse que esta aprendizagem seria fácil...
Cabe a você parar, respirar, olhar para a relação com olhos de ver e perceber se se trata apenas de uma fase menos boa, ou de um capricho seu em querer que o outro mude... (Por vezes uma conversa é a solução para aquela situação).

ESCUTE-SE...

Ufa... Falar sobre relacionamentos não é fácil e vivê-los é tarefa árdua!
Não há receitas milagrosas, nem verdades absolutas. É necessário escutar o coração (bonito de dizer mas é preciso empenho para o conseguir) e abafar a mente, até porque ela mente com frequência...
Fique se o seu coração (não a mente/cabeça) disser para ficar e saia da relação se sentir que é o melhor para si e para a outra pessoa. Seja qual for a sua decisão, pense acima de tudo na sua felicidade (diferente de egocentrismo).
Se você sofreu a tal "rejeição", aceite, independentemente de ter sido com ou sem respeito... Pense que não há nada pior do que estar alguém que não nos ama ou que fica connosco só para não nos magoar.
Merecemos muito mais do que piedade... Merecemos AMOR.

AME-SE E ATRAIA MAIS AMOR!

Joana Mendes





terça-feira, 21 de abril de 2015

REDES SOCIAIS: DESTRUIDORAS DE RELACIONAMENTOS


Este será provavelmente o artigo mais objetivo que alguma vez irei escrever, sem rodeios e onde expressarei a minha opinião mais verdadeira, sem sequer ponderar outras possibilidades. 

ANTES E AGORA...O "DEPOIS" LOGO SE VÊ...

Já todos ouvimos dizer que antes os relacionamentos duravam mais tempo, eram para a vida, ao contrário de hoje em dia que acaba por tudo e por nada.
É certo que antes, houvesse amor ou não, os relacionamentos eram para sempre pois a sociedade era demasiado dura com aqueles que fugiam ao "normal" ou "aceitável" ou "correto"... 
Atualmente, só se fala em amor, mas cá para mim, são poucos os que realmente amam. 
Se antes as pessoas nem ponderavam terminar uma relação, agora já ninguém inicia uma... Dão uns beijinhos, mandam umas mensagens bonitas, alteram o estado civil no facebook... mas relacionar-se a sério, querer mesmo estar com aquela pessoa pelo que ela é, pelo que ela nos faz sentir, pelos seus valores, etc., são poucos e contados pelos dedos aqueles que conhecemos.

Se há uns anos atrás (e não são assim tantos), as pessoas conheciam-se de forma natural (através de um amigo, ou no trabalho, ou na escola, ou no café da zona...), agora adiciona-se uma pessoa no facebook porque tem boa aparência e a conversa do engate inicia (ao que dizem "não é conversa de engate...é só amizade! Não se pode conhecer ninguém?"). E assim é! Um dia fala do cão, no outro dia diz o que faz, no outro já fala do que gosta e, por fim, trocam fotos de quando eram mais magros e bonitos, número de telefone e um possível encontro.

A pergunta que faço agora é: E o(a) vosso(a) companheiro(a) onde fica neste cenário? Pois... Fica para trás, porque a novidade até é interessante e tudo começou de forma super natural (SIM!! Hoje em dia anormal é quem não se conhece nas redes sociais!). 

A MINHA OPINIÃO...

Agora vem a minha opinião (que, como digo sempre, vale o que vale)... 
Minhas queridas e meus queridos, quando um relacionamento é saudável e feliz, quando alguém o complementa, quando o seu coração está ocupado verdadeiramente, a cara bonita na foto de perfil ou corpo escultural que está exibido na foto de capa, até passam ao lado. E sabe porquê? Porque você não está disponível para deixar entrar alguém no coração, que por sinal já está ocupado pela pessoa amada.
Se você diz que ama e mesmo assim faz questão de conhecer pessoas na redes sociais da forma que mencionei anteriormente, afirmando que não tem mal nenhum fazer novas amizades, então deixe-me ser eu a lhe informar: Você não ama...você precisa de uma bengala para se apoiar, você tem medo da solidão, você não confia nas suas qualidades e acredita que tem de ter sempre um contacto alternativo para o caso de ser "abandonado", "trocado", "rejeitado"! E ao menos assuma que você detestaria que fizessem o mesmo consigo.

Seja verdadeiro consigo próprio, não se iluda nem iluda os que o rodeiam. O respeito e a confiança são a base de um relacionamento. Mas o respeito e a confiança começam em você mesmo. Se você se der ao respeito, não irá abordar uma pessoa pelo seu rosto bonito e se você confiar em si próprio(a), saberá que não precisa se humilhar a esse ponto ("Estou desesperado(a) para fazer novas amizades"). Correr atrás? Só dos nossos sonhos...nunca atrás das pessoas. Quem é para estar na nossa vida, aparece quando menos esperamos.

HAJA AMOR-PRÓPRIO MINHA GENTE!

Joana Mendes







terça-feira, 14 de abril de 2015

DEPRESSÃO: O ANTÍDOTO PARA DESPERTAR (OU NÃO...)


Não são todos os que podem escrever sobre esta doença, mas são cada vez mais os que a sentem na pele.
Acredito que a depressão seja a doença mais desvalorizada pelas pessoas (principalmente por quem nunca a teve) e ao mesmo tempo é a responsável por tanta morte. No entanto, nem me refiro à morte física (que também acontece com frequência), mas sim ao estar vivo e sentir que a sua vida terminou há muito (modo zombie).
Não é difícil descrever o que se sente quando temos uma depressão. Difícil é perceber como nos deixamos cair daquela maneira, sem que déssemos por isso, bem como ter a compreensão dos que nos rodeiam neste momento complexo.

SENTIR A DEPRESSÃO

Acordar com ansiedade; sentir vontade de chorar sem motivo aparente; desanimo constante; não ter objetivos (ou força para alcançá-los); não querer sair da cama; desejar que a noite seja longa, porque enquanto dormimos esquecemos a dor, ou, pelo contrário, que se faça dia logo porque a insónia não o deixa descansar; sentir vontade de desaparecer; questionar a sua existência; ponderar a sua morte... E os sintomas nunca mais acabam. É terrível!
Ainda assim, a depressão pode ser o início de uma vida consciente e feliz.

SAIR DA DEPRESSÃO

O tratamento, quando ainda é possível, é duro e passa por desconstruir todas as crenças que nos limitam, por ultrapassar os medos que criamos, por mudar o nosso padrão de pensamento (e isto pode levar anos...). E só assim (aos poucos) vamos recuperando a nossa consciência e, consequentemente, a nossa alegria e paz interior. 
Não é um processo linear... Parece-se mais com uma espiral: ora as coisas melhoram e sentimo-nos bem, como "de repente" estamos novamente tristes (mas nunca tão tristes como no início). Depois, com o tomar consciência da situação e com uma boa dose de pensamentos positivos, volta a melhorar, e assim sucessivamente.


Na minha opinião, é sempre possível sair da depressão e ser muito feliz como nunca se pensou um dia vir a ser. É preciso querer muito, acreditar na possibilidade e fazer por isso (como é óbvio).
É necessário se sentir merecedor da felicidade e percorrer o seu caminho de cabeça erguida. 
Obstáculos existirão sempre... E, se os ultrapassarmos, é graças aos mesmos que vamos subindo na espiral e alcançando cada vez mais paz interior e aumentando o conhecimento sobre nós próprios.
Sinceramente, não sei se este processo termina alguma vez ainda em vida (eu acho que não). Mas creio que é possível vivê-lo sem dor, pois esta é uma criação da nossa mente.

RELAÇÃO COM O "EU"

Todos nós merecemos viver uma vida feliz. Porém, para tal, precisamos de estabelecer uma relação connosco próprios (a relação mais importante de todas). 
Aceitar quem somos, aceitar a nossa vida (sem esperar que as coisas nos caiam aos pés), caminhar em direção aos nossos sonhos, respeitar os nossos valores, amarmo-nos acima de tudo... tudo isto é essencial para vivermos uma vida digna e harmoniosa.

(Recomendo vivamente, para quem está numa situação menos favorável, que leiam o livro "O poder está dentro de si" de Louise L. Hay. Foi muito útil em determinada fase da minha vida e espero, de coração, que também o seja para si)

O poder está dentro de cada um de nós.

Joana Mendes

quarta-feira, 8 de abril de 2015

"RALAÇÕES" AMOROSAS


Acho imensa graça cada vez que a taróloga Maria Helena, do programa da SIC, afirma "Você não tem uma relação amorosa, você tem uma ralação amorosa!".

Mas afinal o que é uma "ralação" amorosa?

A meu ver, independentemente do motivo (intrínseco ou extrínseco), estamos perante uma "ralação" amorosa quando o relacionamento provoca mais sofrimento do que felicidade. Vamos pensar desta forma: se pudéssemos colocar momentos numa balança, os momentos maus pesariam mais do que os bons.
Porém, com isto não quero dizer que os relacionamentos saudáveis também não tenham os seus momentos difíceis e desafiantes (e ainda bem que existem!).

PADRÕES REPETITIVOS

Quantos de nós já não ouviu "Não tenho sorte no amor!" ou "Fazem-me sempre a mesma coisa!" ou, talvez a mais conhecida entre o público feminino, "Os homens são todos iguais!".
No entanto, por mais relacionamentos que você tenha ao longo da sua vida, só existe um aspeto em comum em todos eles... VOCÊ!
Então, se todos os seus relacionamentos estão a "falhar" (seja por violência física/verbal, por traição, por falta de afeto ou comunicação, por rápido desinteresse ou, se calhar, por falta de amor próprio), pense o que você poderia mudar em si para que uma "ralação" se torne numa relação feliz. O que está a fazer ou, pelo contrário, o que não fez ainda?

"A CULPA NÃO É MINHA"

É sempre muito mais fácil fugir da responsabilidade e olhar para a sua relação como um mero espectador.

"O outro é que me fez mal" - Se fez, porque mantém o relacionamento?
"Mas todos fazem o mesmo!" - Será coincidência serem todos iguais consigo?
"Um relacionamento nunca irá durar para a vida!" - Então porquê começar uma relação? Poderia ficar sozinho(a) de uma vez por todas.

Nunca paramos para questionar. Mas é precisamente esta certeza absoluta sobre tudo que não nos permite avançar e evoluir.
Ao longo da nossa vida e com o experienciar das mais diversas situações, vamos construindo inconscientemente as nossas crenças, na maioria das vezes crenças limitadoras, que nos bloqueiam, que nos amedrontam e que nos desviam do caminho mais rápido para a felicidade. 
Acabamos por criar os nossos próprios obstáculos e passamos a ser os nossos maiores inimigos (mas não admitimos isto nunca!). 

"Não acredito no amor", "Está bom demais para ser verdade! Vai acontecer alguma coisa...", "Vai me trair de certeza", "Mesmo, quem é que iria gostar de mim verdade?", "Neste momento, deve estar a seduzir alguém", "Tudo o que é bom acaba rápido", "Estou a namorar, mas não é para sempre"...

Sei que há muitas mais crenças, mas basta apenas uma para balançar a relação.
Cá para mim, o medo é o maior aliado do ego e é o nosso maior inimigo. O ego tenta encontrar motivos para se alimentar, para deitar abaixo, para nos testar e nós, ou deixamo-nos vencer pelas artimanhas da mente ou tornamos consciente dos nossos pensamentos.

"JÁ MUDEI, E AGORA?"

Sente que já fez de tudo e mesmo assim as coisas não melhoram? Já fez as mudanças que considerava necessárias na sua vida e ainda assim a "ralação" continua? 
Neste caso, tenha amor por si e siga a sua vida só! 
Já dizia o provérbio "Mais vale só, que mal acompanhado". 

Por outro lado, sente que a sua mudança foi essencial para a sua relação? Sente-se feliz com esta "nova" relação? Então desfrute e pensamento positivo...pode ser para sempre!


"A felicidade só é real quando partilhada"

Joana Mendes






sexta-feira, 20 de março de 2015

(IN)SEGURANÇA


Depois de muito refletir acerca das minhas vivências pessoais e através do meu pequeno percurso enquanto professora, apercebi-me do quanto as pessoas são tão inseguras.
Não sei qual a causa desta realidade, mas uma coisa eu sei (até porque sinto na pele...): a nossa sociedade exige cada vez mais de nós.
Temos de ser sempre melhores (ou os melhores)... melhores na escola, melhores filhos, melhores amigos, melhores companheiros, melhores profissionais e por aí fora!
O mais inacreditável é que ser melhor, seja lá o que isso significa, nem sequer é definido por nós, mas sim pelos outros.

Então, antes de exigirmos do outro, vamos pensar o seguinte: qual o melhor que você consegue ser/fazer/dar? Difícil responder não é? Até porque você sabe muitas vezes que o seu melhor é limitado e podia ser feito muito melhor... mas o seu máximo é aquele.

Por exemplo: não sou muito habilidosa em trabalhos manuais. Desde desenhos, pinturas, construções, etc. O meu melhor é muito diferente do seu, que é um artista. Neste caso, um artista, não deverá exigir que uma pessoa como eu faça algo semelhante (nem de perto, nem de longe) àquilo que ele consegue fazer.

Ora bem... Dei um exemplo muito simples e prático, mas isto aplica-se em TUDO nas nossas vidas. 
Há filhos que não sabem dar muito mais (naquele momento); há pais que o melhor que sabem fazer é aquilo; há namorados(as) que o melhor que eles conseguem dar não se aproxima nem um pouco das suas expectativas...
Mas recorde-se, são as suas expectativas e nem sempre ou quase nunca correspondem à realidade.


SOMOS CADA VEZ MAIS EGOCÊNTRICOS...

Na verdade, nós não queremos ter consciência desta situação... Nós não queremos saber o que o outro é, ou tem, ou quer, ou é capaz de fazer/dar, pois vivemos demasiado centrados no nosso umbigo. E de cabeça para baixo, não vemos o mundo à volta.

Queremos ser independentes, mas atribuímos responsabilidades e funções aos outros!
Acredito que a insegurança advém de um descontrolo emocional... E como a pessoa não controla o que pensa e sente em relação a esse pensamento, tenta controlar fora, sobretudo os outros, como se de marionetas se tratassem. 

Quem nunca ouviu isto "Faz isto", "Faz assim", "Faz agora", "Isso não é assim", "Não é suficiente", "Consegues melhor" ? (Se nunca ouviu, você vive num mundo que eu gostava de viver, não querendo parecer ingrata com o meu mundo!).
E quando você finalmente faz como o outro quer, essa pessoa automaticamente define um novo limite para você.

Acho que há muito mais a dizer sobre este tema, mas termino com um pensamento (que sendo uma opinião, vale o que vale!):

OS AUTORITÁRIOS, DEVIDO À SUA INSEGURANÇA, TENTAM CONTROLAR; OS SUBMISSOS, POR SEREM INSEGUROS, DEIXAM-SE SER CONTROLADOS!

Joana Mendes





terça-feira, 17 de março de 2015

CONFORMISMO OU INCONFORMISMO?


Sempre questionei muito acerca da vida, das pessoas, dos sentimentos/emoções... E sempre houve alguém que me disse "Tu pensas demais!".
A verdade é que nunca deixei de pensar "demais", mas com o passar dos anos fui mudando a minha forma de olhar para a vida. 
Cada vivência originava a dúvida e cada dúvida fazia-me pensar, debater e até mesmo procurar ajuda junto de profissionais ou mesmo junto de amigos nos quais depositava (alguns ainda deposito) muita confiança.

Hoje pergunto-me quantos de nós vive uma vida de conformismo, acreditando que a sua situação atual jamais poderá melhorar, ou, pelo contrário, vive inconformado com a crença de que ainda não tem o suficiente para ser feliz.

Quer o conformismo como o inconformismo causam sofrimento, pois nenhuma delas nos permite viver intensa e verdadeiramente o presente.
O certo é que, perante qualquer uma das situações, é necessário fazer a mudança. Ou agimos para alterar a nossa realidade ou pelo menos mudamos o padrão de pensamento para abraçarmos a mesma. Ou lutamos pelos nossos sonhos e saímos da vida de conformismo, ou agradecemos o que temos aqui e agora e largamos o inconformismo.

VIVES CONFORMADO OU INCONFORMADO?

Quantas vezes ao dia nos queixamos (mesmo em pensamentos)?
Passamos toda uma vida à espera que o "mundo" mude para fazermos a mudança. Culpamos os outros pela nossa situação atual, mas nada fazemos para mudar. Responsabilizamos os que nos rodeiam pela nossa (in)felicidade. 
Criamos expetativas; definimos objetivos que não dependem só de nós; sonhamos alto, mas não agimos... O resultado já era de esperar: FRUSTRAÇÃO!

O que sugiro é que olhe à sua volta e pense no que VOCÊ pode fazer para se sentir feliz; repense acerca do papel dos outros na sua vida; que importância atribui aos outros ou a si própria?

RESPONSABILIZE-SE...
SEJA O PROTAGONISTA DA SUA VIDA!

Joana Mendes





domingo, 15 de março de 2015

A BELEZA ESTÁ NA SIMPLICIDADE

"A beleza está nos olhos de quem vê"

Quem nunca ouviu esta frase?
Mas mais importante do que aquilo que os outros vêm, é o que nós vemos de nós próprios.
Não seria perfeito se gostássemos de nós tal como somos?

Deixo-vos aqui uma música (que acho linda), que não fala de amor próprio de uma forma muito simples.